quarta-feira, 28 de maio de 2014

5, 6, 7 e 8 a aula já vai começar!

Que bailarino nunca ouviu isso? Esta contagem? Esta frase? Este comando?
5, 6, 7 e 8. Assim começam os exercícios. E assim são feitas as contagens ou grande parte delas, que possuem um oitavo. 

O 5, 6, 7 e 8 é uma espécie de se preparem a aula vai começar. E isso se repete, as aulas se repetem, as sequências se repetem, os passos se repetem, as músicas se repetem, o cansaço se repete, os sonhos se repetem e a força de vontade também. Esta é mesmo a sina de uma bailarina, de um bailarino. Repetir... Repetir... E repetir.

Alguns bailarinos buscam a perfeição, outros querem chegar ao seu limite físico, artístico e psicológico. Outros buscam chegar ao seu melhor. Alguns querem a dança como profissão, como atividade, como hobby, como sonho e como vida, isso mesmo vida, alguns de tanto amor se pudessem, dançariam mais do que respiram.

Seja na barra, no centro ou na diagonal os bailarinos buscam a cada dia superar o seu limite, crescer mais um pouco. Querendo sempre mais, mais e mais. Ser bailarino não é uma tarefa nada fácil, conseguir sobreviver disso é ainda mais difícil. É POSSÍVEL, MAS PRECISA BATALHAR MUITO PRA ESSE SONHO SER REAL.

A Academia Olguin continua desde sua fundação, alimentando esse sonho, possibilitando o crescimento, abrindo portas e caminhos, possibilitando intercâmbios, aulas, oficinas, apresentações, trocas, audições, produções e apresentações. Mas por ser reconhecida como uma escola que forma bailarinos, isso tudo começa dentro da sala de aula, na aula de balé. Esse é o primeiro passo e é essencial afinal como disse Salette Olguin “bailarino que se prese, jamais deixa de fazer aula, jamais para de fazer aula, bailarino que não estuda não é bailarino.”

Vejamos algumas imagens de aulas na Academia Olguin. Estas fotos não são recentes mas, uma grande parte dos alunos ainda continuam na academia.










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