Que bailarino nunca ouviu isso? Esta contagem? Esta frase?
Este comando?
5, 6, 7 e 8. Assim começam os exercícios. E assim são feitas as contagens ou grande parte delas, que possuem um oitavo.
O 5, 6, 7 e 8 é uma espécie de se preparem a aula vai começar. E isso se
repete, as aulas se repetem, as sequências se repetem, os passos se repetem, as
músicas se repetem, o cansaço se repete, os sonhos se repetem e a força de
vontade também. Esta é mesmo a sina de uma bailarina, de um bailarino.
Repetir... Repetir... E repetir.
Alguns bailarinos buscam a perfeição, outros querem chegar
ao seu limite físico, artístico e psicológico. Outros buscam chegar ao seu
melhor. Alguns querem a dança como profissão, como atividade, como hobby, como
sonho e como vida, isso mesmo vida, alguns de tanto amor se pudessem, dançariam
mais do que respiram.
Seja na barra, no centro ou na diagonal os bailarinos buscam
a cada dia superar o seu limite, crescer mais um pouco. Querendo sempre mais,
mais e mais. Ser bailarino não é uma tarefa nada fácil, conseguir sobreviver
disso é ainda mais difícil. É POSSÍVEL, MAS PRECISA BATALHAR MUITO PRA ESSE
SONHO SER REAL.
A Academia Olguin continua desde sua fundação, alimentando
esse sonho, possibilitando o crescimento, abrindo portas e caminhos,
possibilitando intercâmbios, aulas, oficinas, apresentações, trocas, audições,
produções e apresentações. Mas por ser reconhecida como uma escola que forma
bailarinos, isso tudo começa dentro da sala de aula, na aula de balé. Esse é o primeiro passo e é essencial afinal como disse Salette Olguin “bailarino que se prese, jamais deixa de fazer aula, jamais
para de fazer aula, bailarino que não estuda não é bailarino.”
Vejamos algumas imagens de aulas na Academia Olguin. Estas fotos não são recentes mas, uma grande parte dos alunos ainda continuam na academia.